| Um pouco de nossa história |
Para falarmos da história do Bethel #003 Ártemis, precisamos contar um pouco da história da Ordem Internacional das Filhas de Jó no Rio Grande do Sul.
O Bethel #003 Ártemis é o terceiro do estado e foi fundado pelo Bethel #01 Atena.
A inspiração do nome do Bethel repousa na mitologia grega já que Ártemis é deusa que representa a vida selvagem, é símbolo da lua, protetora das jovens mulheres e sinônimo de feminilidade, firmeza e coragem.
A fundação do Bethel #003 Ártemis aconteceu no dia 15 de novembro de 1997. No dia 29 de março de 1998, nas dependências do Laranjal Praia Clube, ocorreu a primeira instalação das oficiais e do Conselho Guardião do Bethel.
Desde então, tivemos inúmeras gestões de Honoráveis Rainhas e Princesas. Tivemos ainda, várias gestões no Conselho Guardião, compostas pelos mais diversos e estimados membros que integram a família maçônica e que dedicaram seu tempo na formação e transformação de meninas em mulheres virtuosas.
É de extrema importância dizer que nenhum Bethel funciona sem uma loja maçônica apoiadora e a realização de todos esses sonhos só foi possível em razão do apoio da Loja Maçônica Ciência e Virtude Nº 92.
Ao recordar nossa história, caminhamos entre incontáveis cerimônias e campanhas filantrópicas, torna-se interessante relembrar que fomos o Bethel anfitrião em eventos como o 2º Encontro Estadual de Betheis e o 14º Congresso Sul Brasileiro de Betheis, o COSBE.
| Palavra da Honorável Rainha |
Aqui será feito um breve relato da atual Honorável Rainha. Aqui será feito um breve relato da atual Honorável Rainha. Aqui será feito um breve relato da atual Honorável Rainha. Aqui será feito um breve relato da atual Honorável Rainha. Aqui será feito um breve relato da atual Honorável Rainha. Aqui será feito um breve relato da atual Honorável Rainha. Aqui será feito um breve relato da atual Honorável Rainha. Aqui será feito um breve relato da atual Honorável Rainha. Aqui será feito um breve relato da atual Honorável Rainha. Aqui será feito um breve relato da atual Honorável Rainha. Aqui será feito um breve relato da atual Honorável Rainha. Aqui será feito um breve relato da atual Honorável Rainha.
| Testemunhos e Relatos das Irmãs |
Cláudia Esteves Barragan
Se eu pudesse dar um conselho para a minha versão mais nova, seria: entre para as Filhas de Jó o quanto antes. Passar essa fase da vida na Ordem não foi apenas fazer parte de um grupo, foi o alicerce de quem me tornei. Lá dentro, em um ambiente totalmente seguro e acolhido por adultos que nos apoiam a cada passo, ganhei a confiança necessária para errar, aprender e crescer. Foi segurando a mão das irmãs que ganhei minha segunda família, que desenvolvi habilidades as quais carrego para a vida inteira. Aprendi a falar em público com segurança, a liderar equipes com empatia e até a dar os primeiros passos na gestão financeira. A Ordem nos dá a chance real de assumir grandes responsabilidades desde cedo, mas com a certeza reconfortante de que nunca estaremos sozinhas se precisarmos de suporte. Para você que tem de 10 à 20 anos incompletos, e busca o seu lugar no mundo: a Ordem das Filhas de Jó Internacional é esse lugar. Mais do que um porto seguro e um ambiente de amizades verdadeiras, é uma escola de liderança que nos prepara para sermos mulheres diferenciadas, fortes e prontas para transformar a sociedade. Permita-se viver essa jornada e descobrir o seu potencial máximo! Com Carinho, Cláudia Esteves Barragan
Larissa Magalhães
Eu fui filha de Jó dos 12 aos 20 anos de idade, no início era difícil, eu era muito tímida, tinha dificuldade em falar, em me comunicar, aos poucos eu fui me sentindo confortável dentro da ordem e entendendo que aquelas meninas eram realmente minhas irmãs, ali eu fiz amigas, conheci pessoas que sei que posso contar até hoje, compartilhamos aprendizados, conexão e crescimento, sou extremante grata aos ensinamentos da ordem e os levo comigo para onde eu for. Acredito que uma das maiores lições que aprendi foi ser paciente, aprendi que o tempo serve para aprendizado e evolução, cada cargo que passei foi uma experiência diferente, todos importantes, todos me ensinaram a ser responsável, agir com liderança e ser empática com minhas irmãs. A cada semestre que se passava eu sentia e notava meu crescimento como pessoa, a cada filantropia com o grupo eu percebia que fazer o bem ao próximo era uma das maiores proezas do ser humano, tudo que a ordem me ensinou está sendo colocado em prática diariamente. Hoje, após 8 anos de maioridade não consigo separar o bethel de mim, a cada retorno a uma cerimonia é como se um pedacinho de mim estivesse ali. Sou extremamente grata ao Ártemis 💜
Julia Campagnolo
Ser uma Filha de Jó do Bethel 003 de Pelotas, no Rio Grande do Sul, é uma daquelas experiências que moldam quem somos para sempre. Olhando para trás, percebo que não foi apenas um grupo, mas o cenário onde construí minhas bases, minhas amizades mais verdadeiras e os valores que carrego comigo até hoje. Participei por 2 anos em Pelotas, fui dupla filiada com o bethel 05 Ceres de Chapecó. Me mudei para Pelotas quando iniciei a minha faculdade e fui extremamente acolhida pelo Bethel, e hoje considero a minha segunda família…
Luciana Luçardo
A ordem me conquistou no primeiro dia em que tive contato. Eu tinha 17 para 18 anos e participei de uma cerimônia de demonstração, lembro perfeitamente o quanto eu achei cativante o fato de ser um grupo de meninas que se tratavam como irmãs, o quanto eu achei linda a ritualística e o quanto eu desejei fazer parte do mundo branco e roxo. Participar das Filhas de Jó fez eu aprender muito sobre resiliência, sobre valores e sobre o quanto estar longe não quer dizer muita coisa se o objetivo e o afeto são direcionados para o mesmo lugar. A ordem me proporcionou conhecer pessoas absolutamente incríveis, as quais eu tenho um carinho enorme, me proporcionou aprendizados para lidar com as adversidades e sobre respeitar os meus limites. Até hoje, como Membro de Maioridade, percebo vários ensinamentos que são muito úteis na vida cotidiana que a ordem proporcionou, para muito além de liderança e oratória.
Júlia da Cruz
Meu nome é Júlia da Cruz e sou P.H.R e M.M. do Bethel 003 Ártemis. O início da minha jornada na Ordem das Filhas de Jó, foi como abelhinha, aos 9 anos, participando das filantropias junto às FDJs. Nessas atividades, tive a oportunidade de visitar crianças, idosos e famílias em situação de vulnerabilidade, experiências que me ensinaram, desde cedo, a importância da empatia, da solidariedade e da bondade ao próximo. Com o passar do tempo, fui iniciada como Filha de Jó e passei a vivenciar de forma ainda mais profunda os ensinamentos e valores da Ordem. Foi nesse período que desenvolvi habilidades que levo para toda a minha vida, especialmente a comunicação, a confiança em mim mesma e a capacidade de me expressar em público. Além disso, encontrei amizades verdadeiras e pessoas que contribuíram para meu crescimento pessoal.
Entre os cargos que ocupei, um dos que mais marcou minha trajetória foi o de Musicista. Sentada ao fundo do templo, observando atentamente cada momento da ritualística, aprendi a perceber detalhes que muitas vezes passam despercebidos. A responsabilidade de escolher o momento certo para cada música me ensinou a observar mais, a compreender melhor o ambiente ao meu redor e a valorizar a importância da sensibilidade e da atenção. De certa forma, essa experiência me ajudou não apenas dentro do Bethel, mas também na vida, onde passei a ser uma pessoa mais observadora e consciente.
Olhando para trás, percebo o quanto o Bethel contribuiu para a pessoa que sou hoje. Muito do que aprendi sobre responsabilidade, comunicação, respeito e convivência vieram das experiências que vivi dentro da Ordem. São ensinamentos que levo para a vida e que continuam presentes em quem sou.
Mais do que os cargos que ocupei ou as atividades das quais participei, o que fica são as pessoas, os aprendizados e os momentos compartilhados. Tenho muito orgulho de fazer parte dessa história e de carregar comigo tudo o que o Bethel me ensinou ao longo dos anos.
Polyane Moraes Dornelles
Me chamo Polyane Moraes Dornelles, sou P.H.R. e M.M. do Bethel 003 Ártemis. Conheci as Filhas de Jó por meio do meu irmão, Vítor Nyago, que é DeMolay, da tia Ruth e do tio Cacalo, que foi quem me apadrinhou para que eu pudesse fazer parte desta linda família branca e roxa.
Sempre me considerei uma pessoa dedicada, não só aos estudos, mas à vida, aos amigos, aos familiares e a todos aqueles que precisavam de mim. Também sempre me entendi como alguém responsável, que nunca viu problema em assumir responsabilidades. Além disso, me reconhia como alguém com compreensão de mundo, que entendia realidades e privilégios, mas também a igualdade humana entre todos. Porém, com o Bethel, tive a sorte de aprender e me tornar muito além daquilo que imaginava ser.
Ser Filha de Jó agregou, agrega e agregará eternamente à minha vida, pois foi dentro do Templo que aprendi a importância da paciência, de saber a hora de ouvir, mas também a hora de falar. Foi dentro do Templo que aprendi a caminhar sempre em direção àquilo que almejo, mas também a valorizar os frutos colhidos no caminho. Todavia, o Bethel, como sempre falamos, é feito dentro e fora do Templo, e foi então que compreendi, de verdade, o que é ser Filha de Jó.
Foi em cada filantropia que entendi a importância de olhar verdadeiramente para o próximo, com a devida atenção. Foi ali que pude colocar em prática a bondade que falamos dentro do Templo e aprender que uma escuta atenta e um pouco de tempo dedicado exclusivamente àquilo que estamos fazendo, transforma não só o dia daquela pessoa, mas também o nosso. Também foi com as filantropias que passei a ter mais fé e a agradecer mais.
Além disso, reconheço a importância da minha participação na Ordem para a minha vida profissional. Hoje sou advogada, mas, quando me tornei Filha de Jó, ainda estava no ensino médio, era uma adolescente em formação e, como qualquer outra, estava tentando descobrir o que realmente queria, como gostaria de ser e como gostaria que os outros me vissem e o Bethel foi essencial para que eu conseguisse entender tudo isso.
Foi com o Bethel que perdi o medo de me impor, de deixar claro aquilo que penso, com o que concordo ou não, sempre de maneira educada, respeitosa e com limites. Inclusive, foi assim que entendi limites, os meus e os dos outros. Foi com o Bethel que compreendi a importância de me comunicar bem, de me expressar com clareza, para que aquele que recebe possa compreender o que digo. Assim como aprendi a falar em público, sem medo, sem vergonha e com confiança em quem sou e no que estou fazendo.
Porém, acredito que, acima de qualquer coisa, o Bethel me trouxe irmãs, pessoas que carrego no coração e que amo verdadeiramente. Foi em cada cerimônia, filantropia, conversa, carona, abraço e apoio que criei vínculos eternos, com irmãs, primos, tios e tias que me transformaram e seguem me transformando. Foi no Bethel que vi minha irmã mais nova crescer, sair de uma pequena abelhinha e se tornar minha irmã (duplamente). Que entendi a importância da minha família, de agradecer por ela e por todo o apoio e amor que me dão diariamente. E foi onde, também, construí minha família branca e roxa, com irmãs, primos, tias e tios que terão para sempre um lugar muito especial no meu coração, assim como o Bethel.
Calini Caramez
Em um período turbulento para a sociedade, ter um local para conviver com segurança e acolhimento é, certamente, um grande privilégio. Durante a pandemia, pude, mais do que estar, pertencer ao Bethel.
Fora do templo e dos limites físicos que permeiam o ambiente das Filhas de Jó, eu e minhas irmãs tivemos a feliz oportunidade de compreender nosso lugar sagrado como o conjunto de pessoas que nos acompanham ao longo de nossa jornada.
Foi com essa perspectiva que conheci pessoas extraordinárias, com propósitos e valores semelhantes aos meus, que me permitiram compreender a fraternidade para além dos laços consanguíneos.
E o melhor dessa vivência, sem dúvida, é poder acompanhar o crescimento de cada uma delas, além de tê-las próximas a mim.
Clara Vaucher
Se eu pudesse dar um conselho para uma menina de 10 anos, hoje, seria, sem dúvida, que ela iniciasse sua caminhada na Ordem Internacional das Filhas de Jó. A Ordem proporciona um ambiente acolhedor, seguro e repleto de aprendizados, onde jovens têm a oportunidade de desenvolver seu caráter, aprimorar sua oratória, fortalecer sua relação com Deus, aprender a enfrentar as adversidades da vida e, principalmente, construir laços de respeito, amor e amizade com outras pessoas.
Tive a felicidade de iniciar essa jornada ao lado de meninas incríveis. Uma delas, inclusive, continua sendo minha amiga até hoje, o que prova que os vínculos criados dentro de um Bethel ultrapassam as paredes do Templo e permanecem conosco por muitos anos.
O Bethel #003 Ártemis foi muito mais do que um lugar de reuniões para mim. Foi uma segunda casa. Foi onde vivi momentos inesquecíveis, aprendi com minhas Irmãs, fui acolhida nos dias difíceis, comemorei conquistas e cresci como pessoa. Cada cargo ocupado, cada ritual, cada evento e cada desafio contribuíram para formar a mulher que sou hoje.
É impossível olhar para trás sem sentir uma profunda gratidão. Gratidão por cada Guardião, cada Membro do Conselho, cada Irmã e cada pessoa que dedicou seu tempo para que nossa juventude tivesse um espaço onde pudéssemos aprender, servir e evoluir. Nada disso seria possível sem o carinho, o empenho e a dedicação de todos vocês.
Carrego comigo os ensinamentos da Ordem em todos os aspectos da minha vida. Aprendi que liderança é servir, que fé é um alicerce para enfrentar os desafios, que respeito e humildade abrem portas e que a verdadeira amizade é um dos maiores presentes que podemos receber.
Ao Bethel #003 Ártemis, deixo meu mais sincero agradecimento. Obrigada por acreditar em mim, por me ensinar tanto e por me permitir viver uma das fases mais bonitas da minha vida. Tenho orgulho de dizer que sou uma Filha de Jó e levarei comigo, para sempre, os valores, as memórias e o amor que encontrei dentro deste Bethel.
Que muitas outras meninas tenham a oportunidade de viver essa mesma experiência transformadora e descubram, assim como eu descobri, que o Bethel pode mudar vidas.
Com carinho, amor e eterna gratidão, Clara Vaucher 💜
Nicole Lemons
Conheci as Filhas de Jó em um ano em que não existia apadrinhamento, e após muitos anos de espera, foi somente aos 19 anos, em 2019, que pude iniciar minha jornada no mundo roxo, com a certeza de que iria tentar aproveitar cada momento desse sonho mesmo que por somente 6 meses (era o que eu imaginava…). Em 2020, com a pandemia, a maioridade das meninas pode ser expandida, e eu não poderia ter ficado mais feliz com a notícia. Para 2021/1, fui eleita HR e nossa missão foi manter o Bethel vivo com a integração das meninas, mesmo afastadas fisicamente. Tivemos a alegria de contar com a presença frequente em nossas cerimônias de 3 meninas que haviam se afastado, filantropias para nossa cidade naquele momento tão frágil, e uma união de meninas que tornou todos os desafios ultrapassáveis. Aprendi grandes lições com o Bethel e me tornei uma mulher mais forte, com irmãs do 003 que levarei para o resto da minha vida. Hoje, com passagem por outro Bethel e até mesmo outras paramaçonicas, continuo ativa na ordem levando os ensinamentos e o carinho por ter sido o meu primeiro lar.







